segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Esclarecimentos


Já dizia Chicó: "A vidinha tá muito parada...", nesse caso não é a vidinha, mas sim eu mesmo. Eu quero dar uma descansada das palavras por algum tempo, sinto que meus textos não são as mesmas coisas de antes, talvez seja só impressão, mas eu preciso crescer sabe? Preciso encontrar novas ideias, me reiventar, me aprimorar, pra fazer o melhor pra mim e pra vocês. Sei que quase ninguém lê isso aqui, mas é só pra deixar registrado, que quando eu voltar vai ser pra valer e eu vou chegar com os dois pés, com força!



Com carinho,
Raul Colaço

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Ausência

Hoje tive uma conversa com uma amiga minha que estava "ausente". Ela me falou das coisas que se passaram durante a ausência dela, um pouco das coisas boas, mas a princípio dos seus martírios. Falou sobre obsessão, ciúmes doentios, ranzinzisse e sobre o fim do amor. Muitos podem discordar que o amor tem fim ou até falar "Se não era eterno, não era amor" etc, mas eu concordo com ela, foi o fim do amor. Não levem isso pelo lado ruim não, o amor acaba, mas sobra o respeito ainda, o que é fundamental pra seguir a sua vida. Agora é cada um pro seu lado e Zé Finí. Puxando a sardinha pro meu lado, eu até que fiquei meio receoso. Quando um namoro começa, ele tende a que os envolvidos se queiram tanto que esqueçam do mundo, que vivam uma vida apenas a dois. Só que o tempo, o velho tempo, sempre aparece com a razão de tudo e talvez ele mostre que não é assim que se faz. Por mais que seja boa essa nova vida única, as pessoas que faziam parte da sua vida antes, se sentem deslocadas e sentem falta de você. E sem falar que, quando o amor acaba (se acabar, claro) quem é que vai te socorrer? Então é bom refletir e conciliar a nova vida com a antiga vida, antes que alguém se machuque.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

O Condutor do Amor

Às vezes é necessário um puxão de orelha, um beliscão ou simplesmente levar uma bolada na cara pra gente acordar pra vida. É normal, acontece com todo mundo. Nem sempre a gente está atento ao ambiente que está ao nosso redor, muito menos as palavras que podem parecer sutis, mas que acabam gerando alguns problemas. Isso é explicado facilmente: nós estamos acostumados a prestar atenção apenas a nós mesmos e acabamos esquecendo do mundo. Porém o mundo não esquece da gente e vez ou outra ele nos manda algum alerta: PERIGO! E nós temos que seguir essas instruções, senão podemos sofrer com as consequências desses atos impensados. Um relacionamento é que nem o mundo: sempre vai te dar alguma sinalização, vai te mostrar algum sinal vermelho, apontar alguma placa escrita: PARE e até alguma luz piscando: VIA INTERDITADA. Cabe a você seguir as instruções e ser um bom condutor desse veículo chamado amor. Para se tornar um bom motorista é necessário seguir às leis de trânsito e ter bom senso. No amor também é assim, a diferença é que no trânsito você ganha pontos na carteira e no amor você perde pontos no relacionamento. Cada infração tem os pontos de acordo com a sua gravidade; se você chegar aos vinte pontos, sua carteira será suspensa. No amor, dependendo de quem aplicar a multa, não importa a gravidade, sua carteira pode ser apreendida no ato e você poderá perder a posse deste carro. Então fique atento caro motorista, não vacile em nenhum momento, para evitar um acidente grave: atropelar dois corações!

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

O Último Suspiro

Talvez nas horas mais complicadas é que saem as palavras mais bonitas. As maiores declarações de amor são aquelas que surgem no meio de uma briga ou de um adeus. A discórdia, o ódio, o ciúme, são a energia de ativação dessas doces palavras, são um ato desesperado de tentar salvar a própria pele, ou melhor, a união de peles. Alguns dizem que o desejo é maior na briga, o sangue corre mais rápido pelas veias e a luxúria transborda pelo corpo até saciar sua sede. Enquanto isso, a mente trabalha, elabora alguma manobra para satisfazer sua vontade. Cada um joga com as cartas que tem, meu caro. E o jogo de palavras doces continua vivo, mesmo estando um pouco ausente, sempre aparece como o herói para salvar o dia, perpetuando-se de geração em geração.